20/10/2020 voltar

Outubro Rosa: supermulheres no automobilismo

Conheça nove supermulheres que fizeram e estão fazendo história no automobilismo mundial.

Se você acha que o automobilismo é um esporte apenas para homens, temos uma notícia: você está completamente enganado! Pode ser que não seja tão comum assim as mulheres estarem diante de um volante de um carro de corrida, mas saiba que existem mulheres que estão nessa posição e fazem isso lindamente, deixando, inclusive, muitos homens comendo poeira.

Para provar essa afirmação, vamos apresentar a seguir algumas supermulheres que fazem parte do automobilismo em todo o mundo e que demostram mais uma vez, o poder da  mulher e que ela pode estar onde ela quiser e fazer o que quiser, independentemente se dizem ao contrário e se encontram desafios diante de cenários “masculinos”, como o automobilismo.



  • Cristiane Tsukamoto é pilota de drift, automobilismo e rali

A brasileira que sempre gostou de carros trocou o Brasil pelo Japão e, logo em sua chegada, descobriu uma paixão, o kart, e decidiu seguir carreira nessa modalidade. Teve uma grande evolução de forma muito rápida, e com o tempo decidiu procurar um professor para aprimorar seu desempenho. Foi então que descobriu o drifiting e começou a praticar também essa modalidade. Além disso, pratica rali e participa de provas de automobilismo.

A piloto, muitas vezes, é a única mulher nas competições e essa é a realidade em todo o mundo. Essa é uma forma encontrada por Cristiane para encorajar e atrair as mulheres e crianças japonesas para estes esportes.



  • Jamie Chadwick

A piloto ganhou em 2019 o W Series inaugural, campeonato feminino que terminou em agosto em Brands Hatch. Aos 17 anos foi a primeira mulher e a mais jovem a vencer o Campeonato Britânico de GT. Em 2018, foi a primeira mulher a vencer uma corrida britânica de F3 e atualmente está competindo pela Williams no Campeonato Asiático de F3. A jovem é ainda mais ambiciosa e quer conquistar ainda mais pontos de superlicença na F1 e correr o máximo possível.



Será que teremos uma representante feminina na F1 dos próximos anos?

  • Jutta Kleinschmidt

Jutta fez história. Em 2001, foi consagrada como a primeira mulher a vencer o Dakar, e é a única pilota alemã a vencer entre os carros. Lembra aquela frase do início do texto em que muitas mulheres deixavam os homens comendo poeira? Essa pilota fez jus a frase e deixou os homens para trás, pois nenhum homem alemão conseguiu bater essa conquista até então.



  • Marie-Claude Charmasson

Marie teve influência paterna no mundo da velocidade e chegou a competir como piloto no Rali de Monte Carlo. Mas sua chegada nesse posto foi gradativa, pois antes disso foi navegadora e intérprete dos pilotos. A piloto foi vencedora de provas como as 24 horas de Spa e as 24 hora de Le Mans duas vezes em sua classe.



  • Maria Teresa de Filippis

A italiana foi a primeira mulher a participar de uma corrida de F1 e participou, ao longo de sua carreira, em cinco corridas nas temporadas de 1958 e 1959.

Além de Maria, outras quatro pilotos participaram de um GP de Fórmula 1: a italiana Lella Lombardi, que por sinal, foi a única mulher a pontuar em um GP e foi a piloto que mais correu, com 17 largadas, em três temporadas; a inglesa Divina Galica; a sul-africana Desiré Wilson e a italiana Giovanna Amati.



  • Bruna Tomaselli

Bruna, aos 22 anos, é a primeira mulher brasileira a conquistar uma vaga na W Series, categoria que busca dar mais visibilidade às mulheres no automobilismo. Antes disso, participou do Campeonato USF-2000 e conquistou o oitavo lugar, sendo essa sua melhor temporada da carreira.



  • Lyn St. James

James foi uma das sete mulheres a participar de uma Indy 500 e a primeira a receber o título de estreante do ano, fez também provas na Cart e na IRL, venceu duas vezes as 24 horas de Daytona e uma vez as 12 horas de Sebring.



  • Shirley Muldowney

Muldowney fez sua carreira nos dragsters e é conhecida como a Primeira Dama do Drag Racing. A piloto foi pioneira em ter uma licença para pilotar um Top Fuel, e conquistou o campeonato de 1977, 1980 e 1982. Shirley teve 18 vitórias em sua carreira e se aposentou em 2003.



  • Michele Mouton

A francesa é a primeira e única até então a vencer uma etapa de WRC. Sua vitória inicial aconteceu em 1981 e, um ano depois, venceu as etapas de Portugal, Acrópolis e Brasil, o que permitiu que brigasse diretamente pelo título, mas um problema mecânico a deixou de fora. Algum tempo após, se consagrou como a primeira mulher a vencer a subida de Pikes Peak.



Essas personalidades femininas demonstram a capacidade e a força das mulheres, mostrando que o tal do sexo frágil não tem nada de frágil e é, sim, muito guerreiro, vencedor e batalhador.

Falando em batalha, uma luta diária enfrentada por milhares de mulheres em todo o mundo é contra o câncer de mama. E em outubro, é celebrado o Outubro Rosa, mês que é marcado por ações de conscientização e prevenção dessa doença que possui cura. O diagnóstico precoce, inclusive, pode ser fundamental para o tratamento e a recuperação.

Por isso, o autoexame é uma prática que deve ser adotada na rotina de todas as mulheres, a fim de identificar nódulos nas mamas e nas axilas, aspectos diferentes na cor e na textura dos seios, líquidos saindo dos mamilos, entre outras anomalias que podem indicar o desenvolvimento do câncer de mama.

Caso algum desses sinais for identificado, procure seu médico e realize exames clínicos. O câncer de mama pode ser descoberto de forma precoce. Faça como o Super Carros, apoie essa causa e ajude a salvar vidas.

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